“Ouça Ukulélé Lady, dos Les Primitifs du Futur, e transporte-se para um Havaí imaginário em uma charmosa releitura de um clássico americano de 1925.”
Leia mais...Autor: Eric M. Rabello
A inteligência artificial é muito burra para errar
“A inteligência humana não funciona isoladamente. Ela opera integrada às emoções, à consciência, à memória, à experiência, aos valores, ao medo, à esperança, à responsabilidade e outras subjetividades.”
Leia mais...O menino da Ford Belina cor-de-rosa
“Quando o entretenimento passa a preencher todos os vazios da existência, o limiar entre ele e o vício torna-se estreito. Afinal, nem todo vazio precisa ser preenchido.”
Leia mais...Profissionais disformes
“Não é necessário estender tais análises para concluirmos que somos ‘produtos’ inacabados até a morte. Fatores biológicos, culturais e, sobretudo, nossas próprias escolhas constantemente nos lapidam ou nos deterioram.”
Leia mais...Admiráveis amadores e lamentáveis profissionais
“Aqueles que desconhecem a função — e o significado efetivo das palavras em cada contexto — ainda que saibam lê-las, enquadram-se na condição de analfabetos funcionais.”
Leia mais...Loucos (ou desequilibrados) pela razão
“Na obra Ortodoxia, o autor, G. K. Chesterton, explica: A mente de um louco é rápida, pois não é embaraçada pelo senso de humor, pela caridade ou pelas certezas das experiências. É mais lógica por perder certos afetos da sanidade.”
Leia mais...Breve expedição musical: dos jingles aos clássicos (via formação de caráter)
“Erudita ou popular, a música é capaz de acender uma das principais características humanas: a subjetividade. É inequívoco que a música seja capaz de elevar (ou rebaixar) nosso estado de espírito.”
Leia mais...Jingles inesquecíveis, mas evitáveis
“Muitos jingles foram — e de certo modo ainda são — populares, agradáveis e remetentes carinhosamente aos respectivos produtos, por consequência provocam questionamentos como: por quais motivos antigas e eficazes temáticas são evitadas? Será o marxismo cultural algo atuante no setor de marketing?”
Leia mais...Destino: “O Todo”, via “O Nada”
“Usualmente imaginamos o nada como um espaço vazio, portanto pode ser exemplificado por um vácuo ou uma caixa sem objetos. Todavia, uma área vaga já é algo em si mesma, inclusive mensurável, do contrário não teria sentido alegações como ‘aquele terreno vazio possui 22 metros quadrados’ ou ‘aquela garrafa está vazia, mas suporta até três litros’.”
Leia mais...Profissionais da efemeridade
“Estamos em uma época na qual fabricantes tornam os seus próprios produtos inúteis, antes que outras empresas façam isso por eles. Até mesmo a identidade das companhias cunhadas em logotipos, slogans e jingles já não são tão duráveis. Vivemos como se todas as evoluções fossem boas. Esquecemos que doenças, tempestades e outras catástrofes também evoluem.”
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